Feliz Natal, meus caros idealístico.
Não postei nestes últimos dias porque estive pensando sobre o que eu deveria postar aqui. E então cheguei na conclusão de que postarei um vídeo com as fotos do Natal 2011. Ei-lo:
Até 2012, leitor.
Pripomm.
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
Tô no pop.
Rihanna fica na minha cabeça e a Lady Gaga insiste em fazer singles chicletes.
Esse é o meu início de férias.
Fiz um portifólio on line
Besitos
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
Tenha mais respeito com o Brazuca.
Eu disse que o cinema brasileiro daria o ar da graça aqui, não é mesmo meus lindos leitores?
E eis que hoje surgem os danados!
O cinema brasileiro tem uma longa história a la gato&rato com o cinema...digamos, do mundo. Mas pra não ficar um post chato com descrições homérica bem do tipo Teoria de Tudo, prefiro fazer o mesmo esquema de sempre: imagem e observações pessoais.
Bora então pra
Baixio das Bestas.
Você olha esta imagem acima e já pensa: 'afff....filme brasileiro só tem meretrizaria'. Veja bem, é que o cinema brasileiro e seus diretores prezam pela representação da mais pura realidade, como se fosse uma denúncia social. Mas atenção!! Não são todos. Baixio das bestas é um filme estático para nos mostrar a monotonia da vida de uma vila interiorana da Zona da Mata, e forte para o bastante para te balançar.
Próximo, por favor!
O ano em que meus pais saíram de férias.
Fofo até dizer chega. Neste filme você vira uma criança, principalmente se você teve sua infância nos anos 70, mas sobretudo porque a câmera é Mauro (de 9 anos) e os seus olhos são a câmera! Olha que lindo o cinema é!
O futebol rola solto durante todo o filme. E a fotografia tem um 'quê' de filme europeu. Pode ser uma filme que conta sobre uma realidade social e política, por relata a ditadura, e por isso é um filme-denúncia. Concordam?
Mais um, vamos lá!
A erva do rato
Filme dirigido por Júlio Bressane, vindo direto do Cinema Marginal Brasileiro, para vocês, leitores do Em ideias!
Monocromático em tudo. Mudo por completo e fiel ao "imagem em movimento = cinema". Muito mais do que som, são as imagens, os gestos e intenções. Dois personagens 'Zé ninguém", com destinos cruzados e continuados. Atmosfera empesteada de rato, ratoeiras e queijos. Tudo de erótico e nada de verdade. Sexualidade explícita, mas distante. Se você achou esta definição estranha, espere então pra ver o filme. E aí voltarás aqui pra reler este comentário.
Esta película é um brazuca beeeem diferenciado e mais diferente ainda do higienópolis hood. Sem nenhuma referência à realidade brasileira ( a não ser pelos livros lidos pelos personagens).
Muito obrigada pela presença de todos vocês neste território nacional.
Até breve.
Pripomm.
domingo, 11 de dezembro de 2011
Soy antiga, e daí?
Voltei aos velhos tempos em que eu e meus irmão resolvíamos enfeitar com pisca a janela do apê.
Eita coisa mal feita e torta!
Agora, com um pouco mais de anos e com uma coordenação motora mais sofisticada, colocamos estas luzinhas tão tchuk tchuk deste Brasil na aceroleira de casa.
E como 400 luzinhas foram insuficientes....tcharam! Penduramos bolinhas coloridas. E agora temos A Árvore de Natal!
Bom, e aí os vizinhos ficaram com invejinha (não foi da grama) e também enfeitaram suas casas. E óóóbvio que bregamente. Porque só a nossa Árvore natalina brasileira (pois é uma aceroleira) pra ser requintada e fina. ;)
Nos vemos por aí.
Beijins.
Pripomm
Eita coisa mal feita e torta!
Agora, com um pouco mais de anos e com uma coordenação motora mais sofisticada, colocamos estas luzinhas tão tchuk tchuk deste Brasil na aceroleira de casa.
E como 400 luzinhas foram insuficientes....tcharam! Penduramos bolinhas coloridas. E agora temos A Árvore de Natal!
Bom, e aí os vizinhos ficaram com invejinha (não foi da grama) e também enfeitaram suas casas. E óóóbvio que bregamente. Porque só a nossa Árvore natalina brasileira (pois é uma aceroleira) pra ser requintada e fina. ;)
Nos vemos por aí.
Beijins.
Pripomm
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
Mais Almodóvar, por favor.
Sabe quando você assiste a um filme e o julga ser maomeno a ponto de esquecê-lo? E depois vem uns gatos pingados e exaltam este filme de tal forma que você pensa: "Vixi! Acho que eu não entendi direito o filme!" e toma uma decisão: " Vou assistí-lo outra vez!" ?
Foi o que aconteceu com Mulheres a beira de um ataque que nervos! Nunca vi protagonista tão focada, equilibrada que , aliás, é a única que não está propriamente a beira de um ataque de nervos.
E tralalá ...filme sucesso de Almodóvar.... tralalaátrala...muito similar a uma comédia româmtica norte americana e tralalálalala....
E então eu deveria escolher se assisitiria à Carne Trêmula ou não. E decidi que sim, esperando cenas calientes por demás (CPD, lembram?), por conta do que a capa vendia aos meus olhos e ao meu pensamento.
O que na verdade é tudo mentira! O argumento é maravilhoso, bem tipão de tragédia de Almodóvar. Porque existe a Tragédia Grega e depois de trilhares de anos é que inventaram a Tragédia Almodovoriana e a Tragédia nelsonrodriguenha. Aí, qualquer história que se invente sobre famílias que invertem valores e funções e personagens longe de ser um esteriótipo tipado, se encaixa em devido grau em uma destas tragédias.
Por Diós! Todo trarrédia!
Basta por hoje! Verei vocês outro dia qualquer.
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