sexta-feira, 11 de novembro de 2011

O sem classificação



Ontem fui a um encontro que esperava faz muito tempo. Eu e o Almodóvar, Almodóvar e eu."Sabe que só fui gostar do filme no dia seguinte" - disse meu professor. E depois deste comentário eu senti que deveria assistir este película.
O dia inteirinho pensando que iria assistir ao La piel que habito.


Ainda estou degustando o filme.
Ele é muito intenso, tudo complicado, personagens complexos. É o que eu disse pra minha prima: como é que o cara tem esta ideia na cabeça? Câmera eu sei que ele tem ao alcance de suas mãos.

(Adoro esta foto que é um dos cartazes de divulgação do filme)


Depois pensei em outros filmes que já assisti do diretor espanhol, e então percebi que este último filme faz muitas referências aos anteriores, a começar pelo Ata-me (que já postei aqui) com o cárcere privado, depois com Má educação pela temática de mudança de sexo, Abraços partidos com saudosismo romântico, Tudo sobre minha mãe que tem como tema central a mulher e a maternidade com todo drama a la Almodóvar.
Ufa!


Pedro é assim. Na verdade, fui ao cinema com meu psicológico almodovoriano preparado.
Cheguei perto de ficar em choque. Fiquei mesmo é intrigada com a trilha sonora.
Ai que agudisse de violinos!
Me voy, cariños!
Que lástima, pero adiós! Me despido de ustedes y me voy! By Julieta Venegas
Besitos
Prips

1 ideias:

Pedroxx disse...

Esse filme é ótimo! Intenso e perturbador.